Agentes de inteligência artificial entraram de vez no planejamento de curto prazo das empresas brasileiras. Segundo levantamento da ABES com dados da IDC, 40% das companhias já investem nessa tecnologia, enquanto 33% pretendem iniciar projetos nos próximos 12 meses.
A segunda parte do estudo “Mercado Brasileiro de Software – Panorama e Tendências 2026” indica que agentes de IA e IA generativa lideram a agenda estratégica para 2026, sendo apontados como prioridade por 53% dos executivos ouvidos.
O que muda para as empresas
- Agentes de IA passam a ser vistos como ferramenta de automação de processos, não apenas como experimento tecnológico.
- A adoção tende a se conectar a ganhos de produtividade e a novos modelos de negócio.
- O movimento acompanha uma tendência global de incorporação de recursos de IA nas operações corporativas.
Na prática, o avanço dos agentes de IA pode levar empresas brasileiras a repensar fluxos de trabalho, atendimento, análise de dados e tarefas repetitivas. O desafio será transformar interesse estratégico em projetos úteis, sustentáveis e integrados ao negócio.
Para o leitor brasileiro, o sinal é claro: a IA corporativa deve aparecer menos como uma ferramenta isolada e mais como parte dos processos internos das empresas, com impacto direto em produtividade, serviços e competitividade.