O Figma apresentou o Motion, um recurso de motion gerado por inteligência artificial que estreia diretamente no canvas da plataforma.
O anúncio foi feito durante o Config, nos Estados Unidos, e posiciona a ferramenta em uma área tradicionalmente associada a softwares especializados de animação, como o After Effects.
O que muda na prática
- Designers passam a ter um caminho nativo para criar movimento dentro do próprio Figma.
- A proposta reduz a necessidade de sair do canvas para experimentar animações e peças com motion.
- O recurso reforça a disputa entre plataformas de design e ferramentas dedicadas de pós-produção.
Para equipes brasileiras, a novidade pode simplificar testes de motion em interfaces, campanhas e protótipos, especialmente quando o objetivo é validar ideias antes de levar o trabalho para ferramentas mais complexas.
Ainda assim, o impacto real dependerá da qualidade do resultado gerado por IA e de como o Motion se encaixará nos fluxos profissionais já usados por designers e times de produto.
O nosso prisma
A movimentação importa porque aproxima recursos de animação do fluxo cotidiano de design, reduzindo atrito entre protótipo e peça final. No Brasil, isso pode beneficiar equipes enxutas, mas não elimina a necessidade de critérios técnicos e revisão humana.
Fonte: Tecnoblog
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