O Figma recebeu uma atualização com novos recursos voltados a fluxos de design e criação assistida por IA. Entre as novidades estão uma camada de código, suporte a movimento e shaders, além da possibilidade de criar plug-ins personalizados para diferentes tarefas usando IA.
O que muda na ferramenta
- Camadas de código passam a fazer parte do conjunto de recursos do Figma.
- A plataforma adiciona suporte a animações e shaders.
- Usuários podem criar plug-ins personalizados com ajuda de IA para tarefas variadas.
Na prática, a atualização aproxima o ambiente de design de recursos mais técnicos, sem transformar o Figma apenas em uma ferramenta de programação. Para equipes, isso pode reduzir etapas entre prototipação visual, experimentação de movimento e automação de tarefas recorrentes.
Para profissionais e empresas no Brasil, a mudança importa porque o Figma é usado em fluxos de produto digital, marketing e interfaces. Recursos de IA para plug-ins podem facilitar adaptações internas, desde que as equipes mantenham revisão humana sobre o que for gerado.
A novidade também reforça uma tendência do mercado: ferramentas de design estão incorporando mais automação e recursos próximos do desenvolvimento. O ganho real dependerá de como esses recursos forem integrados ao trabalho diário, e não apenas da presença de IA no produto.
O nosso prisma
A atualização mostra o Figma tentando ocupar mais espaço entre design, prototipação e automação. No Brasil, o impacto tende a ser maior em equipes que já usam a ferramenta e precisam acelerar tarefas repetitivas sem abrir mão de controle técnico.
Fonte: TechCrunch (IA)
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